Garagem CARPLACE: A pegada esportiva do Sentra CVT com a função OverDrive Off

Velocidade alcançada em pista de teste específica para avaliação Em continuidade ao teste do Nissan Sentra, vamos falar um pouco sobre a função Over Drive do câmbio CVT. Curiosamente, não existe nenhuma informação sobre esta função no site da Nissan, no material de imprensa ou até mesmo no folder de divulgação do modelo na concessionária. Com base nisso, muitas pessoas podem chegar na loja para conhecer o Sentra e apenas ouvir que o “câmbio CVT XTronic possui a função OverDrive” e a explicação de que é uma forma de condução mais esportiva. A função OverDrive é um recurso eletrônico que simula o desligamento do que seria a sobremarcha, a qual é acionada através de um botão na base da alavanca. Normalmente, a função o OverDrive só é desligada quando a velocidade ultrapassa determinada velocidade, geralmente 70 km/h, mas não localizamos esta informação no material do Sentra. Detalhe do giro baixo - OverDrive On não aparece no painel Trazendo para a prática, ao desligar a função OverDrive o giro do motor aumenta imediatamente, permanecendo em alta rotação para que as respostas sejam mais rápidas e esportivas a um leve toque no acelerador. Parece sempre que o carro está pedindo marcha. É divertido, e uma boa solução para quem gosta de uma condução mais esportiva.
Garagem CARPLACE: A pegada esportiva do Sentra CVT com a função OverDrive Off
Detalhe do giro alto e do indicativo OverDrive Off O inconveniente deste recurso é que o ruído do giro alto do motor invade a cabine, principalmente acima de 4.000 rpm. Além da diferença de performance, quem optar por este estilo de condução também sentirá no bolso, pois o consumo de combustível aumenta de forma considerável. Ao voltar com o “OverDrive On”, o Sentra parece outro carro: mais suave, silencioso e conseqüentemente mais econômico. Além do fato da transmissão continuamente variável, esta função é única entre os concorrentes. Para quem for testar o carro, não adianta dar uma volta no quarteirão para perceber a diferença, peça um trajeto mais longo, e se possível, com uma bota reta para perceber esta “pegada esportiva” do carro.

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