Sindicato italiano leva Fiat ao tribunal

A italiana Fiat tem demonstrado várias de suas facetas quando o assunto é gerir empresas. Agressiva na disputa por mercados, competente quanto a reerguer a Chrysler e dura quando se fala das condições de trabalho em suas unidades italianas. Tudo por causa do posicionamento de Sergio Marchionne, CEO da marca, que ameaçou parar de investir nas unidades de Pomigliano e Mirafiori caso os empregados não cumprissem as normas aprovadas durante um referendo, feito com os sindicatos. Os sindicatos dos metalúrgicos (FIOM), por sua vez, devem apelar a um tribunal de Turim para tentar anular os efeitos do acerto que tratam de normas mais rígidas sobre as horas de trabalho, subsídio de doenças e greves. A confusão começou em junho de 2010 quando o grupo Fiat propôs um referendo para saber se os funcionários da fábrica de Pomigliano, perto de Nápoles, aceitavam as condições propostas pela empresa. Campeã nesta disputa, em dezembro a montadora “sugeriu” as mesmas propostas para os trabalhadores da planta de Mirafiori. Após muitas discussões e por muito pouco a marca se saiu vitoriosa, mas, não sem antes, comprar um grande briga com a FIOM. De acordo com o presidente do grupo Fiat, caso os acordos não sejam cumpridos a montadora reverterá os investimentos prometidos para unidades localizadas em outros países. Por: Michelle Sá / Fonte: Auto News

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