Se meu carro falasse: veículos poderão trocar informações

Quando o Chevrolet Impala desfilou pelas ruas sob o comando de um robô o desejo de possuir um ser tecnológico a nosso serviço não passava de um sonho. Mas isto foi em 1958. Atualmente, o sonho não parece tão distante. Por volta de 2016, os automóveis serão capazes de trocar informações para evitar que situações indesejáveis venham a acontecer por causa do “desentendimento” entre os motoristas. Contudo, existe um problema. Para massificar a tecnologia, restrita aos protótipos, há um custo bastante alto.
Se meu carro falasse: veículos poderão trocar informações
A novidade é que uma frota com uma dezena desses veículos já rodou aproximadamente 225 mil quilômetros em testes. Por questões jurídicas e de segurança os carros, que contam com um sistema projetado pelo Google, que foram controlados por câmeras, sensores de radar e laser, também transportavam um humano para o caso de uma possível emergência – embora até o momento não tenha ocorrido um único incidente. A tecnologia já está em fase de testes nos EUA. A Ford tem analisado o sistema com GPS e um radar de ondas curtas que, emitidas a cada décimo de segundo, em um ângulo de 360 graus, identificarão a aproximação de outro veículo pouco antes de um cruzamento, em sentido contrário ou mesmo em uma curva muito acentuada. Caso exista a possibilidade de risco, o equipamento poderá identificá-lo acendendo uma luz no painel e acionando um alarme para alertar o motorista. O mesmo sistema de interconexão poderá ser usado para trocar informações sobre o tráfego e desviar automóveis para rotas menos carregadas, reduzindo os congestionamentos. Por: Michelle Sá / Fonte: Info Abril (por Fernando Valeika de Barros)

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Foto de: Thiago Parísio