Preços dos combustíveis continuam caindo - Redução do etanol chega a 9,53% em SP

Os preços do etanol e da gasolina comum mantiveram a trajetória de queda na terceira semana de maio, na média nacional, de acordo com o Levantamento de Preços da ANP realizado esta semana. Em São Paulo o preço médio do etanol caiu 9,53%. No Rio queda foi de 4,49%. No Brasil, o preço médio da gasolina “C” comum, que contém 25% de etanol anidro, foi de R$ 2,861/l, apresentando uma redução de 1,28%, em relação à semana anterior, queda superior a que ocorreu na segunda semana do mês, que foi de 0,55%. Já o preço médio do etanol hidratado no país caiu 6,65%, para R$ 2,076/l, no mesmo período. A redução foi superior à ocorrida na segunda semana do mês, quando o preço recuou 3,47% em relação à primeira semana do mês . Na cidade de São Paulo, a queda dos preços médios de revenda foi de 9,53% para o etanol. Para a gasolina, a queda do preço médio foi de 1,36%. Em Brasília, entre a terceira semana de maio e a segunda, as reduções dos preços dos combustíveis ao consumidor final foram de 4,77% para o etanol e de 2,52% para a gasolina. Na cidade do Rio de Janeiro, a queda dos preços médios de revenda foi de 4,49% para o etanol. Para a gasolina, a queda do preço médio foi de 1,16%. Entre os estados do Nordeste, os destaques foram a redução dos preços médios de revenda ocorridas na Bahia, de 11,05% para etanol e de 6,18% para a gasolina; no Rio Grande do Norte, de 4,6% para o etanol e de 3,25% para a gasolina; no Maranhão, de 3,29% para o etanol e de 2,08% para a gasolina e no Ceará, de 3,13% para o etanol e de 1,96% para a gasolina. Na Região Sul, a queda do preço médio ao consumidor final foi de 0,31% para a gasolina e de 8,66% para o etanol hidratado. Na região, pode-se destacar as reduções dos preços médios de revenda ocorridas no Rio Grande do Sul, de 11,50% para etanol e de 2,32 para a gasolina, e no Paraná, de 8,17% para o etanol e de 1,68% para a gasolina. A tendência para as próximas semanas é que os preços mantenham-se em queda, tanto para a gasolina, quanto para o etanol hidratado, considerando o início da safra da cana de açúcar e a diminuição do volume de estoque antigo adquirido a preços mais elevados. Fonte: ANP

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