Locadoras de veículos registram crescimento de faturamento superior a 10% em 2011

Responsáveis pela compra de quase 350 mil veículos novos em 2011, as locadoras de automóveis registraram lucros de R$ 5,67 bilhões no ano passado. A participação nas vendas gerais, entretanto, recuou 0,7% e passou dos 9,4% de 2010 para 8,7% em 2011. Conforme a Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis (ABLA), os valores pagos em impostos em 2011 foram superiores aos pagos em 2010: R$ 1,86 bilhão e R$ 1,69 bilhão, respectivamente. O volume da frota também cresceu. O montante das mais das mais de duas mil locadoras associadas chegou a 445,4 unidades, o que implicou em um aumento de 7,5% frente aos números de 2010. Deste total, 64% correspondem a modelos populares. Outro dado relevante diz respeito à idade média dos modelos. Há dois anos a vida média de um automóvel de locadora era de 15 meses. No ano passado esse mesmo prazo foi elevado em mais dois meses. Grande parte dos locatários está concentrada nos setores de serviços e indústria – 40% e 30%, respectivamente. Em relação ao uso, 55% dos alugueis foram feitos para empresas de terceirização, 25% para turismo de negócios e 20% para turismo de lazer.
Locadoras de veículos registram crescimento de faturamento superior a 10% em 2011
A preferência das locadoras por determinadas marcas também mudou em 2011. Depois de liderar por quatro anos consecutivos, a Volkswagen foi preterida à Fiat. No computo das vendas, 29,67% corresponderam a modelos da fabricante italiana, enquanto a alemã registrou 27,19%. A GM, por outro lado, foi quem menos vendeu para o setor. Sua participação caiu de 24,54%, em 2010, para 18,95% em 2011. Já a Renault elevou de 3,26% para 5,75% (em 2011) sua presença neste mercado, e retirou da Ford o posto de quarto maior fornecedor de veículos para frotistas. Entre as marcas orientais quem mais se destacou foi a Toyota. A fabricante garantiu o quinto lugar no ranking ainda que com minguados 1,43% das vendas. As demais fabricantes asiáticas juntas somaram 13,10% do total. Por Michelle Sá / Fonte: Automotive Business (por Sueli Reis)

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