À procura de barulho: órgão norte-americano questiona silêncio dos carros elétricos

Inúmeros são os itens analisados na hora de comprar um carro. Além do conforto, da beleza e do índice de desvalorização, até mesmo a acústica pode ser levada em conta. Tal fator tem levado os especialistas a buscarem formas cada vez mais modernas de eliminar os decibéis indesejados que, comumente, começam no motor. Suas vibrações, aliadas às da transmissão, juntam-se à combustão e chegam à cabine de passageiros – não deixando de fora os ruídos causados pelo deslocamento do carro, além do contato dos pneus com o asfalto. Com o surgimento dos automóveis elétricos e híbridos tais problemas pareciam ter sido minimizados. No entanto, é justamente a quase ausência de sons desses modelos que está sendo questionada pelo departamento de trafego norte-americano (NHTSA).
À procura de barulho: órgão norte-americano questiona silêncio dos carros elétricos
De acordo com o órgão, a falta de barulho põe em risco a segurança de pedestres e ciclistas. Por causa disso, os carros enquadrados nessa categoria deverão emitir algum tipo de som enquanto transitam abaixo de 30 km/h. A instalação do sistema de som sintético deverá encarecer os veículos em aproximadamente 30 dólares. Além disso, cada montadora terá liberdade para projetar um tipo de ruído especifico para seus modelos. Embora o Brasil ainda não possua uma legislação específica sobre o assunto a tendência é que venha a seguir, assim como outras nações, a norma adotada pelos EUA. Por Michelle Sá / Fonte: Jornal Floripa

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