Ecochatos? Greenpeace provoca VW, Fiat e GM com carro da Idade da Pedra

O Greenpeace apresentou nesta terça-feira (15), em São Paulo, o "lançamento do ano": um carro da Idade da Pedra. Nesta nova campanha a ONG desafia as montadoras para que produzam veículos mais eficientes – como já fazem em outros mercados – e invistam em carros elétricos. Com uma tenda da Volkswagen, Fiat e Chevrolet – as montadoras que mais vendem carros no país –, ativistas vestidos com roupas daquela época convidavam pedestres a fazer um test-drive. A sátira fazia parte do lançamento de uma campanha desafiando as empresas produzir veículos que consumam menos combustível e emitam menos gases de efeito estufa.
Ecochatos? Greenpeace provoca VW, Fiat e GM com carro da Idade da Pedra
“Se por um lado precisamos que os governos ofereçam um sistema de transporte público muito melhor que o atual, a indústria de automóveis também precisa tomar medidas para amenizar sua contribuição ao aquecimento global”, diz Magno. “Fiat, Volkswagen e Chevrolet, que detêm 61% do mercado brasileiro de automóveis, já estão produzindo carros mais limpos e eficientes em outros países. Portanto, um alinhamento tecnológico para os veículos produzidos no país é imprescindível. Está na hora de oferecer o mesmo para os consumidores brasileiros, que colocaram o país entre os quatro maiores mercados de carros do mundo”. A proposta do Greenpeace é que a indústria brasileira se comprometa com as mesmas metas de eficiência energética da União Europeia, até 2021. Isso significa aumentar em 41% a eficiência de seus carros, tomando como base as taxas de 2011. Além disso, a organização também pede que haja mais investimentos em pesquisa e desenvolvimento de tecnologia para carros elétricos. No site http:/www.ocarroqueeuquero.org.br, lançado hoje pelo Greenpeace, os consumidores podem enviar mensagens às empresas pedindo essas mudanças. CARPLACE apoia a medida desde que haja incentivos do Governo na questão do custo e na educação do consumidor para uso e importância das novas tecnologias. De nada adianta querer vender carro elétrico a R$ 100 mil... Desta forma, parece muito mais uma ação de "Ecochatos" querendo aparecer do que uma medida efetiva de redução de amissões.

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