Greve de transportadoras pode forçar GM a parar produção em Gravataí

Apesar do momento difícil, alguns modelos estão obtendo bons números de vendas nos últimos meses. O bom desempenho vem fazendo a fábrica da GM trabalhar em três turnos em Gravataí, mas um fator extra pode forçar a parada da produção. Recentemente, a imprensa local relatou que os pátios da montadora naquela unidade estavam lotados e  que a empresa até alugou um terreno em Nova Santa Rita, cidade vizinha, para estocar os veículos.
Greve de transportadoras pode forçar GM a parar produção em Gravataí
Além da redução nas vendas que atinge todo o mercado, um dos motivos para os pátios cheios é uma paralisação das empresas que transportam os veículos novos. A montadora fechou acordo com todas as empresas que atendem as fábricas de São Caetano do Sul e São José dos Campos, mas as condições não foram aceitas pela Tegma e Transzero em relação à fábrica da Gravataí. Nesta terça-feira, a GM do Brasil emitiu um comunicado oficial onde se pronunciou sobre o assunto. Veja: Comunicado General Motors do Brasil "Após fechar acordo com todas as transportadoras de veículos nas fábricas de São Caetano do Sul e São José dos Campos, a GM lamenta a decisão de Tegma e Transzero de paralisar a retirada de carros da fábrica de Gravataí. Neste momento de dificuldades no mercado brasileiro, em que todos precisam unir esforços para superar os desafios e contribuir para a retomada da economia, nosso objetivo comum com todos os parceiros, fornecedores, transportadores e sindicato é manter a unidade operando em três turnos e esta ação unilateral vai forçar a parada da linha de produção. Nós reafirmamos o compromisso de continuar as negociações sobre o custo do frete e esperamos alcançar um acordo que não comprometa a competitividade dos produtos Chevrolet no mercado brasileiro."

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