Intermot: Conheça a nova Honda CBR 1000RR em detalhes - fotos e vídeo

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Bastante aguardada pelo público amante de superbikes, a nova geração da Honda CBR 1000RR foi finalmente apresentada no Salão de Colônia (Intermot), na Alemanha. E a reforma é muito mais do que apenas visual: de acordo com a marca, 68% das peças da moto são inteiramente novas para fazê-la encarar as rivais Yamaha YZF-R1 e Kawasaki ZX-10R com a cabeça erguida. A nova Honda 1000RR passa a ter um pacote eletrônico completo, incluindo a suspensão da Öhlins controlada eletronicamente. O motor recebeu 10 cv extras, enquanto o peso foi reduzido em 15 kg, melhorando a relação peso-potência em 14%. Para acompanhar o novo estilo, o painel de instrumentos agora é composto por uma tela TFT colorida de alta resolução.
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Além da mudança estética, as carenagens foram minimizadas para reduzir o material (e o peso) em determinadas áreas, como as tampas do motor, expondo mais as superfícies do propulsor. As carenagens superior e médias foram puxadas para dentro, de forma a deixar a moto mais estreita. Já o quadro da CBR 1000RR ficou 600 gramas mais leve, o mesmo acontecendo com o sub-chassi traseiro e o braço oscilante - que perderam 300 gramas cada um. As novas rodas de alumínio também contribuíram para o emagrecimento, livrando mais 100 gramas.
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No motor 4-cilindros, diversas peças foram redesenhadas e a taxa de compressão foi elevada de 12,3 para 13,0:1. Ao mesmo tempo, a rotação máxima passou de 12.250 para 13 mil rpm, resultando num total de 190 cv. Para acompanhar, a embreagem passou a ser assistida (17% mais leve de acionar) e com sistema de deslizamento. Já o tanque de combustível agora é feito de titânio, pela primeira vez numa moto de rua - outra medida para salvar peso.
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O pacote de auxílios à pilotagem inclui ABS, controle de tração com nove níveis, controle anti-empinadas, três níveis de quick-shift (para marchas acima e abaixo), acelerador eletrônico e a sofisticada suspensão da Öhlins com garfos de 43 mm na dianteira e monoamortecedor traseiro TTX. Uma central Bosch MM5.10 IMU (semelhante à da Ducati Panigale 959) envia dados da moto em tempo real para os componentes da suspensão para otimizar instantaneamente a compressão e o amortecimento por meio de servo-motores. Versão de pista Desenvolvida pelo time de corridas da Honda (HRC), a CBR 1000RR SP2 tem como principais diferenças o cabeçote as rodas. No motor, as válvulas de admissão e escape são maiores e foram posicionadas em ângulos diferentes da original. Já as rodas são de alumínio forjado, da Marchesini, com vantagens em massa e equilíbrio. Mas a única razão de existir uma versão de rua da SP2 é para se qualificar para o maior número possível de classes de competição. Ela é, em suma, uma moto para circuitos fechados. https://www.youtube.com/watch?v=vjGuzSY78eE Fotos e vídeo: Divulgação Galeria de fotos:

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