Elétrica consegue ir mais longe que as motos a combustão

De acordo com a Lightining Motorcycles, a empresa pretende testar uma moto elétrica com autonomia para viajar de Los Angeles a São Francisco sem recarga. Isso deverá acontecer ainda no segundo semestre. 

A Lightining é detentora do recorde de mais rápida moto elétrica de produção, feito há quatro anos, com velocidade máxima de 349 km/h. Em 2015, o piloto Terry Hershner rodou 480 km com a Zero S, que ainda é a dona do recorde de distância. O CEO da Lightning, Richard Hatfield, planeja estender esta marca com certa vantagem, e para isso ele conta com um protótipo da moto de produção. 

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As baterias do protótipo serão fornecidas pela Battery Innovation Center, de Indiana. Com a tecnologias das duas empresas combinada, ainda um pouco distante das lojas, Hatfield que estabelecer uma prova de que o conceito pode acelerar o avanço do estágio de pesquisas e desenvolvimento aos modelos de produção. 

Baseada em San Carlos, Califórnia, a Lightning Motorcycles começou há 10 anos com uma Yamaha R1 convertida em elétrica. Em 2012, Michael Barnes ganhou a FIM ePower em Laguna Seca com uma Barracuda Lightning movida a luz solar, e em 2013 Carlin Dunne levou a LS-218 a vitória em Pikes Peak - foi a primeira vez que um elétrico ganhou uma competição contra as motos a combustão. 

 

Lightning Motorcycle

 

A atual Lightning LS-218 custa a partir de US$ 38.888. A empresa planeja introduzir um modelo menor que terá o preço abaixo dos US$ 20.000. Além dos preços proibitivos, há o fator de que as motos elétricas não possuem recarga rápida. Atualmente, não há elétricos abaixo dos US$ 30.000 que possuam o sistema. 

Uma moto com uma autonomia maior irá expandir o mercado, e encorajará outras empresas a seguir o exemplo e fazê-lo com preço mais competitivo.

Fotos: divulgação

Fonte: RideApart.com

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